Não tenho nada para falar de mim. Não sou isso nem aquilo e muito menos aquele outro, mas também não me incluo em nada que seja fora do todo.
Escrevo (ou tento) no pseudo-poemas - http://pseudo-poemas.blogspot.com/
Tento algumas fotos p&b - podem ver aqui: http://ang-internet.blogspot.com/
Um poeminha
vida?
Meia arrastão rasgada
Os olhos vermelhos
(”Chapada…”)
Na escuridão do quarto imundo
Uma bacia de água
Por tanto uso turvada
Na cabeceira o Cristo
Sem redenção
Seus pecados vãos
Mais um comprimido
Mais um gole de cachaça
(”Não aguento mais tanta desgraça…”)
No chão peças disformes
De vários amantes noturnos
Pagantes de sua ex-beleza
Testemunhas mudas de sua tristeza
Indolor, indolente
A consciência cada vez mais profunda
Pedindo a ignorância de menina
Tempos de alegria
Perdidos na vida
Na noite
Última lembrança feliz:
(”Morri, enfim…”)
>> Convidado a compor as página do Livro Aberto, ele exibirá sua arte, sempre aos domingos.

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